domingo, 20 de março de 2016

Educar-se é fácil! Basta querer!

Um dos principais motivos para a alardeada baixa produtividade do trabalhador brasileiro, é a da qualificação, não só a educação formal (graduação, especialização, mestrado e doutorado), mas também as qualificações extras, aquelas que são complementares, como cursos de extensão, por exemplo.

Estas qualificações podem ser supridas, de forma relativamente simples e muitas vezes gratuita. É só procurar na internet e diversas plataformas de cursos on-line, algumas inclusive com grife serão apresentadas, bastando ao interessado se inscrever e seguir os programas de cursos. 

Abaixo vão alguns exemplos:

- Coursera: Alguns dos cursos estão em inglês, mas há alguns deles com legendas e também há cursos em português, sendo muitos deles de instituições renomadas internacionalmente, como Harvard, por exemplo. 

- Sebrae Educação: Os cursos desta plataforma são voltados para o empreendedorismo, o que não exclui de forma alguma quem é empregado, afinal, o empreendedorismo interno é algo que também precisa ser aprimorado nas empresas brasileiras.

- Fundação Getúlio Vargas: Aqui, temos cursos de diferentes áreas e a instituição dispensa apresentações, sendo uma das mais qualificadas do país nas áreas de administração, economia e negócios. 

- Veduca: Tem diversas opções de cursos, oferecidos por boas instituições como USP, UnB, Unicamp e MIT. 

- Instituto Legislativo Brasileiro: Nesta plataforma, os cursos são mais voltados a temas de direito, ciências políticas, administração pública e áreas afins. Interessante para quem está estudando para concursos ou tem interesse neste tipo de estudo.

A realização de cursos nestas (e outras) plataformas, além de facilitar o aperfeiçoamento profissional, indica o legítimo interesse em aprender, um atributo que costuma ser valorizado em grandes empresas, além de sinalizar que o profissional tem determinação e não se deixa abater pelas dificuldades.

O que distancia as pessoas destes cursos é basicamente a falta de prática, seja pela pouca familiaridade com a educação à distância, seja pelo reduzido número de horas que o brasileiro médio dedica à leitura e estudos. Então, para preencher esta lacuna, dependemos agora muito mais de atitude do que de oportunidades. 

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