segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

A cultura da complacência

Quem acompanha futebol (e quem não acompanha também) ficou chocado com a morte estúpida do jovem boliviano Kevin Espada, de 14 anos, no jogo San José (Bolívia) X Corinthians, na cidade de Oruro, pela Taça Libertadores da América. A morte ocorreu após o mesmo ter sido atingido no olho por um sinalizador disparado por um torcedor do Corinthians, menor de idade.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Petrobras ou Petrobronca?

O que realmente acontece nos bastidores da Petrobras? As questões gerenciais, provavelmente, são as que influenciam mais nos resultados financeiros cada vez menos fabulosos da maior empresa brasileira, a ponto de a mesma ter registrado lucro de US$ 21,1 bilhões em 2012, ou seja, o seu menor lucro anual desde 2004, mesmo que o resultado do quarto trimestre tenha sido 53% superior ao do mesmo período em 2011.

Pesam aspectos técnicos, amplamente divulgados como incapacidade de atender à demanda por gasolina, o que força a importação, em valores mais caros do que os cobrados aqui, mas o que não se comenta são acusações contra a gestão anterior, que SE confirmadas são provavelmente muito mais impactantes do que as razões de ordem técnica e mercadológica a que se atribuem a perda de rentabilidade. As acusações são comuns a diversas estatais e normalmente se confirmam: trata-se da interferência político-partidária que os órgãos sofrem, muitas vezes subjugando as questões técnicas, que deveriam efetivamente prevalecer.

A preocupação do mercado com a Petrobras vai além de patriotismo ou mero oportunismo, mas sim porque estamos falando de uma empresa de um setor estratégico (energia), no qual as oscilações dos preços de seus produtos interferem sobremaneira na economia, já que são insumos fundamentais ao consumo, à produção e aos investimentos. A Petrobras não pode virar uma Petrobronca.

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