domingo, 25 de novembro de 2012

Errar é humano. Insistir no erro é burrice.

Existe um provérbio muito conhecido, que diz o seguinte: "Errar é humano. Insistir no erro é burrice". Uma das minhas paixões, a Fórmula 1, mais uma vez provou isto no dia de hoje. O dia em que Sebastian Vettel quebrou o recorde do inesquecível Ayrton Senna, e tornou-se o tricampeão mais jovem da história da categoria, aos 25 anos, 4 meses e 22 dias de idade.

O tricampeonato em questão, veio de forma sequenciada (2010/11/12), sempre pela equipe Red Bull, que tem um perfil bem diferenciado em relação às equipes mais tradicionais, especialmente a Ferrari, sua maior rival neste momento. Para mim, a maior diferença entre as duas equipes e que é o grande diferencial da Red Bull, é a forma como administra os chamados Recursos Humanos. Eu não sou especialista e nem tenho grandes conhecimentos na área, mas é evidente que a forma desrespeitosa como dispõe de Felipe Massa, submetendo-o inclusive a sofrer uma punição para que Fernando Alonso, seu piloto principal, ganhasse uma mísera posição no grid de largada, é um atentado ao bom senso.

A ética é um valor que, sabe-se há muito tempo, não está em moda na Fórmula 1, mas a Ferrari abusa de desrespeitá-la e vem agora, desde 2008 sofrendo derrotas e mais derrotas, enquanto assiste a Red Bull vencer desde 2010, com uma dupla de pilotos (Vettel e Mark Webber) que apresenta uma imagem muito mais agradável, até mesmo de competição entre si, ao invés da relação de vassalagem que existe entre Alonso e Massa.

Para mim, este caso mostra que empresas ou corporações que não investem ou garantem condições para que seus colaboradores possam buscar seus objetivos e crescer, tendem ao fracasso, ao mesmo tempo em que quem respeita e assegura o devido espaço de todos, tende ao progresso e ao crescimento. Em suma, como já disse outras vezes, a Ferrari é uma instituição anacrônica, excessivamente tradicional e que está ultrapassada.

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