terça-feira, 16 de agosto de 2011

Nós sabemos reivindicar?

Olá, amigos!

Lendo o livro "Por dentro do governo", de Antônio Augusto de Queiroz, comecei a refletir sobre a nossa sociedade, comparando-a com outras mundo afora, e concluí que realmente é preocupante o fato de não nos manifestarmos contra aquilo que está errado, ou que é feito à margem das leis e
da ética no trato da coisa pública. Como diz uma música do Skank: "A nossa indignação é uma mosca sem asas, que não ultrapassa as janelas de nossas casas".

Alguns dirão que constantemente tem surgido manifestações, seja pelos direitos civis dos homossexuais, seja pela discussão a respeito da criminalização da maconha e outros motivos reconhecidamente importantes, mas um dia desses eu estava ouvindo a Rádio Metrópole (Salvador), e um ouvinte disse algo que coincide com a opinião de um internauta que eu li em um site: questões que interessam e atingem diretamente a todos (e não a apenas um grupo), como a corrupção, não geram manifestações.

Esta opinião chamou minha atenção, porque sempre considerei a corrupção como a "mãe de todos os problemas", até mesmo por estar entranhada na cultura brasileira, sob a forma do famoso "jeitinho brasileiro". E mais que chamar minha atenção, me levou a outra reflexão: porque não sabemos reivindicar questões como o combate à corrupção e como poderíamos crescer neste aspecto?

Ficam as questões para conversarmos a respeito.

Até a próxima!

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